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Base fisiológica do aumento do pênis

Base fisiológica do aumento peniano
Poucos trabalhos científicos têm sido publicados a respeito do aumento peniano gerando, com isso, muita desinformação e diversos mitos surgiram atingindo a maioria dos povos através do mundo. O conhecimento prático, com  poucas comprovações científicas dos métodos utilizados,  é passado de geração a geração e hoje discutido em comunidades virtuais e fóruns. Pode parecer simples promover o aumento peniano uma vez que são encontrados métodos sendo oferecidos com manuais de exercícios físicos de aumento peniano, aparelhos extensores, bombas de vácuo, pílulas, simpatias, etc. Essas abordagens, na maiorias das vezes, contém erros grosseiros, além de não explicarem como se dá o processo de aumento do pênis, formando, assim, lendas e mitos.

Podemos comparar o aumento peniano com o método criado pelo médico soviético Gavril Abramovitch Ilizarov para aumento ósseo (Método Ilizarov). O Método Biológico de Osteoplastia e Regeneração Óssea foi criado no final da 2ª Guerra Mundial buscando reparação de lesões causadas em soldados, assim foi criada a osteoplastia, restauração de um osso com auxílio de fragmentos ósseos e regeneração óssea.

O autor desenvolveu o modo de se obter uma neoformação óssea (formação de novo seguimento ósseo) num foco de fratura, com uma distração epifisária (esticamento da cartilagem), ou numa corticotomia (separação córtex ósseo, deixando o suprimento sangüíneo intramedular intacto), quando são submetidos a uma distensão mecânica (esticamento) dosada.

Ilizarov aperfeiçoou seu método e curou milhares de pacientes. Seu reconhecimento oficial veio em 1978, quando tratou o ginasta e medalhista olímpico Valeri Brumel, acidentado com grave fratura óssea na perna que, após o tratamento com o método Ilizarov, voltou competir conseguindo assim conquistar a medalha de ouro nas olimpíadas de Moscou. Hoje esse método é usado não apenas para a reconstrução e alongamento ósseo para determinados casos de traumas causados por acidentes, encurtamentos congênitos, mas também para fins estéticos. Para aumentar a altura da pessoa.

O aumento da altura é possível por meio do alongamento ósseo. Na China milhares de pessoas fazem o alongamento ósseo, para obter mais 10 centímetros de altura, em média. No Brasil são realizadas 3.000 operações desse tipo por ano, praticamente todas para a recuperação de fraturas e correção do nanismo. Quando se trata de reparo estético, o médico pede um laudo psicológico que comprove sua necessidade.

 

Aumento peniano

Os métodos fisioterápicos de aumento do pênis têm semelhanças com o método Ilizarov descrito acima, a dinâmica é praticamente a mesma. As técnicas de aumento peniano eficazes são: Jelq Árabe, Jelq Device e Extensor Peniano. A Bomba de vácuo pode apresentar problemas e complicações sérias, por esta razão não recomendamos este método. O Jelq é importante, pois com ele os extensores têm resultados mais satisfatório e mais rápidoss. O Jelq Árabe tem sua origem desconhecida e sem data exata, mas o fato é essa técnica faz toda a diferença no aumento peniano. O método Ilizarov promove a regeneração a partir dos pontos de ruptura, o crescimento de novas células nos espaços criados pelos pontos de ruptura e mantido pela constante tração dos tecidos. Isso é o que o Jelq faz. Você prende o sangue na base do falo e em seguida com a pressão do movimento de ordenha cria uma pressão sanguínea interna que promove o surgimento de pequenas fissuras internas. A formação de novas células para “fechar” essas microfissuras promovidas pelo Jelq promove um aumento gradual no tamanho do falo, tal como acontece no Método Ilizarov a formação de novas células para fechar a fratura promove o aumento do comprimento do osso. Os tecidos são diferentes, mas o princípio é o mesmo. A dinâmica do organismo sobre as fissuras causadas por meio do Jelq promove o aumento da quantidade de células, portanto aumento do tamanho, seja no comprimento ou no diâmetro. A princípio o organismo trabalha para unir as partes “separadas”, a ação orgânica de mitose (divisão celular) preenche estas fissuras com novas células.  Existem dois tipos de microsfissuras que são geradas no exercício de Jelq. As fissuras de forma horizontal, longitudinal, e as fissuras de forma vertical, paralela. As microsfissuras verticais ou paralelas ocorrem com uma ereção entre 40 por cento até o máximo de 60 por cento, pois desta forma se força os tecidos a se esticarem e a reação desta ação é o aumento em comprimento do pênis, desde a base até a glande do falo. Nesse nível de ereção não existe eficácia nos ganhos de circunferência. Para promover as fissuras longitudinais é necessário usar um nível de ereção maior. Quando você faz o jelq, ele cria microsfissuras verticais (longitudinais) e paralelas (verticais). As microfissuras são feitas na parte interna das câmaras, não há ruptura, quando se faz estas microfissuras o organismo reage de duas formas: a primeira devido a integridade do tecido fibrocolágeno na parte externa, é juntar as partes separadas para sua posição original e cicatrizar sem alterar o tecido. O resultado é a falta de ganhos. A segunda é quando essas microfissuras são preenchidas com novas células por meio da mitose. Compreendendo estes fatores, entendemos a importância do Jelq para criar as microfissuras, e a dificuldade de se ter ganhos em circunferência, pois a tendência das fissuras longitudinais se “fecharem” é maior. O uso de extensores e alongadores após o jelq é muito importante, pois estes dispositivos vão segurar as fissuras afastadas por um tempo maior, forçando o organismo a produzir mitoses para fazer o preenchimento das fissuras. Isso é o que os norte-americanos falam em “evitar o efeito tartaruga”, ou seja, evitar com os extensores a forte retração do falo logo após os exercícios.

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Responsável Técnico Dr. Honório Sampaio Menezes
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